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BENS DURÁVEIS - 17/05/2012
Brasileiros acreditam que momento é bom para compra
SÃO PAULO – A maior parte dos brasileiros acredita que o momento econômico atual é propício para o consumo de bens duráveis, segundo revela o IEF (Índice de Expectativas das Famílias), divulgado na última quarta-feira (16) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
De acordo com o levantamento, em abril deste ano, 60,3% dos entrevistados disseram que este é um bom momento para o consumo desse tipo de bem, contra 36,1% que discordam e acham que o momento não é propício para isso.
Regiões
Na análise por regiões, o Sudeste lidera, com o maior número de pessoas que acreditam estar em um bom momento para aquisição deste tipo de produto (69,8%), seguido por Centro-Oeste (64,6%), Nordeste (62,5%), Sul (40,7%) e Norte (34,3%).
Já quando se trata dos que pensam que o momento atual não favorece a compra de bens duráveis, o Norte lidera, com 63,3% das citações. Em seguida, vêm as regiões Sul, com 56,9%, Nordeste (35%), Sudeste (26,2%) e Centro-Oeste (26%).
FONTE: INFOMONEY
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CONSTRUÇÃO CIVIL - 17/05/2012
Empresário alega que redução de juros não aumentou crédito
A redução dos juros promovida pelo governo foi insuficiente para levar mais crédito aos consumidores, disse nesta quarta-feira (16/5) o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Elias Conz. Segundo ele, o setor continua a sofrer com a retração do crédito e a queda das taxas ainda não foi sentida pelos consumidores por causa da queda no ritmo da concessão de empréstimos e financiamentos.
“O problema nem está tanto nos juros, mas nas restrições impostas pelos bancos na hora de conceder crédito. No ano passado, de cada dez pedidos de crédito [para consumidores no varejo], oito eram aprovados. Atualmente, só dois em cada dez são liberados”, criticou.
Conz e outros representantes de setores do varejo participaram de reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. De acordo com a pasta, o encontro teve como objetivo discutir a situação do comércio e das vendas em um cenário de ritmo menor de crescimento da economia.
Apesar das restrições para o crédito, o presidente da Anamaco disse que as vendas devem encerrar o ano com alta de 4% em relação a 2011. De acordo com ele, boa parte desse crescimento deve-se à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os materiais de construção, que vale até 31 de dezembro.
A elevação do dólar, que superou a barreira de R$ 2, foi bem recebida pelas entidades por causa dos efeitos sobre a indústria, que ganha mais competitividade para exportar. “Para os fabricantes, a situação cambial melhorou significativamente”, disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato.
Segundo Barbato, a desaceleração da economia ainda não foi sentida pelo segmento de computadores e celulares. Ele projeta crescimento de 8% no faturamento do setor em relação ao ano passado. “O fato de a economia estar crescendo menos ainda não interferiu nas nossas expectativas”, declarou.
Presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula diz que as vendas de eletrodomésticos estão estáveis em relação ao ano passado. “[As vendas] Não caíram nem subiram. Isso pode ser interpretado como bom diante da conjuntura atual”, avaliou. A linha branca – fogões, geladeiras, tanquinhos e máquinas de lavar – está com IPI reduzido até o fim de junho, mas Kiçula negou ter pedido a prorrogação do benefício na reunião com o ministro.
FONTE: CORREIO BRAZILIENSE
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EDIFICAR 2012 - 17/05/2012
Feira de negócios ocorre em julho, em Cuiabá
No próximo mês de julho, Cuiabá sediará a Edificar 2012 - Feira de Negócios da Habitação e Construção de Mato Grosso. Na programação, estão previstas exposição de empresas de toda a cadeia produtiva da construção, debates e palestras sobre tendências do segmento e suas novas tecnologias. O evento, que ocorre entre os dias 19 e 22, no Centro de Eventos do Pantanal, terá como temas centrais, nesta primeira edição, Inovação Tecnológica, Negócios e Sustentabilidade.
Com realização do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande (SECOVI – MT) e do Sindicato das Indústrias da Construção do Estado de Mato Grosso (SINDUSCON – MT), a feira vai viabilizar um ambiente de discussões técnicas em um cenário de constante oscilação. Além de fomentar a prospecção e efetivação de negócios da cadeia produtiva da habitação e da indústria da construção, assegurando aos participantes e empresários, o acesso às novas tecnologias e tendências do segmento, com foco no desenvolvimento responsável, na sustentabilidade e ética.
A estimativa é de que cerca de 10 mil pessoas, entre empresários da área da construção civil e habitação, empreendedores, estudantes e público geral passem pelo local durante os quatro dias de evento.
De acordo com os realizadores, os objetivos principais é a geração de novos negócios no mercado imobiliário e da construção civil; a difusão e multiplicação de conhecimentos e novas tecnologias; a criação de um ambiente favorável ao debate dos temas propostos; a definição dos rumos do segmento em Mato Grosso; a demanda para atividades e pesquisas científicas em consonância com as necessidades do setor produtivo, por meio da participação de universidades e institutos; a identificação e a divulgação de iniciativas bem sucedidas de construções sustentáveis; estreitar a inter-relação entre empresários, alunos de graduação e pós-graduação, técnicos e profissionais ligados à cadeia produtiva da construção civil e oportunizar a participação de pequenos empresários e empreendedores individuais, prestadores de serviços.
Estrutura - A Feira de Negócios será montada no Pavilhão das Nações, em uma área de 3.800 m², e estará aberta ao público das 14h às 22h. Organizada em setores, como Indústrias e Prestadores de Serviços, Bancos e Instituições de Fomento, Construtoras e Incorporadoras e Imobiliárias, destacará e evidenciará cada segmento expositor.
O Salão de Grandes Máquinas abrange o espaço do estacionamento de carga e descarga do Centro de Eventos. O local será destinado especificamente para a exposição de empresas de máquinas e equipamentos para a construção.
No Lounge do Empresário, também no Pavilhão das Nações, será montada uma estrutura destinada aos empresários dos segmentos envolvidos, contemplando os estandes do Secovi-MT e Sinduscon-MT.
O Auditório das Flores – Piso Terra – servirá de palco para a realização de painéis de discussões, inerentes aos temas centrais do evento, com a participação das entidades representativas do segmento, poder público e universidades, mediados por especialistas, gerando debates e construindo novos rumos para o setor.
No Piso Sol, ocorrem simpósios, palestras e debates, agregando toda a cadeia produtiva dos segmentos envolvidos no evento, sobre seus produtos e serviços. Também ocorrerá visita técnica guiada, nas obras da Arena Pantanal. Os interessados em participar da programação técnica devem se inscrever previamente pelo site do evento – www.edificar2012.com.br. As vagas são limitadas.
SERVIÇO:
Evento: Edificar 2012 – Feira de Negócios da Habitação e Construção de Mato Grosso
Data: 19 a 22 de julho de 2012
Local: Centro de Eventos do Pantanal
Informações: www.edificar2012.com.br
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Construção Civil - 09/05/2012
Sudeste é a região mais cara para construir: R$ 863,23 por metro quadrado
Os moradores da região Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês de abril.
Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (9), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 863,23, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 824,81 no mês passado.
Em seguida estão as regiões Norte, onde o valor do metro quadrado alcançou R$ 834,27; Centro-Oeste, onde os custos atingiram R$ 819,23; e Sul, com o metro quadrado a R$ 814,76. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 781,43.
Em relação ao maior aumento de custo em abril, na comparação com março, a região Sudeste se destacou ao mostrar um avanço de 0,92%. A região Centro-Oeste, por sua vez, foi a que teve o menor aumento no mês passado, avançando 0,06%, se comparado com o mês anterior.
Por estado
Ao analisar os dados por estado, o Rio de Janeiro registrou a maior variação mensal, de 4,33%, seguido de Sergipe, com 2,98%.
Na outra ponta, as menores elevações ficaram com Minas gerais, alta de 0,01%; e Pará, que mostrou aumento de 0,03%, na passagem mensal. Os estados de mato Grosso do Sul e Mato Grosso registraram estabilidade na mesma base comparativa.
Com relação à localidade mais cara para se construir, o Rio de Janeiro ficou em primeiro lugar, com R$ 950,20. Por outro lado, o Espírito Santo registrou o menor custo, de R$ 715,45.
Índice
O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço da mão-de-obra, que ficou 1,46% mais caro, se comparado com março, e de materiais de construção, 0,46% mais barato, na mesma base comparativa.
No geral, em abril, o índice apresentou variação de 0,64%
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Impostos - 09/05/2012
Juros imobiliários não devem cair no curto prazo, diz Secovi
A mudança das regras de remuneração da poupança --fonte da maior parcela dos recursos utilizados para financiar o segmento imobiliário-- não deve levar, no curto prazo, a uma redução significativa dos juros dos financiamentos de imóveis. Esta é a avaliação de Claudio Bernardes, presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
"Isso porque haverá, durante algum tempo, boa parte dos recursos da poupança rendendo às taxas atuais", diz Bernardes.
As regras de remuneração menor para a poupança só passam a valer quando o juro básico da economia cair mais. Além disso, só se aplicam aos novos depósitos, e os saques que venham a ser realizados sairão primeiro desse "dinheiro novo", com menor rentabilidade -- permanecendo em caixa para, financiamento imobiliário, o "dinheiro mais caro", com a rentabilidade atual.
"A partir do momento em que esse cenário mude e o custo para as instituições financeiras diminua, o juro ao consumidor deve acompanhar a queda", afirma Bernardes.
"Por enquanto, até pela concorrência entre os bancos, pode haver espaço para alguma pequena redução de taxas. Um impacto mais expressivo, no entanto, só no médio prazo", acrescenta.
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Vendas - 09/05/2012
Mercado imobiliário: vendas avançam no primeiro trimestre do ano, diz Secovi
O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo apresentou alta no primeiro trimestre deste ano, frente ao mesmo período do ano passado, conforme dados divulgados nesta terça-feira (8) pelo Secovi-SP.
De janeiro a março de 2012 foram comercializados R$ 2,73 bilhões, frente aos R$ 2,15 bilhões observados nos três primeiros meses de 2011. Desta forma, configura-se uma alta de 27%.
Em relação ao número de unidades, foram comercializados 5.400 imóveis, contra 4.265 dos três primeiros meses do ano passado, crescimento de 26,6%. O Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP foi o responsável pelo levantamento dos números.
Mercado em processo de ajuste
Em relação aos lançamentos, foram 3.635 unidades residenciais novas lançadas até março deste ano, ante 5.133 unidades do primeiro trimestre do ano anterior, redução de 29,2%. Segundo Secovi-SP, as tendências opostas entre comercialização de imóveis novos e quantidade de lançamentos pode significar que o mercado está em processo de ajuste, em relação ao desequilíbrio entre vendas e lançamentos ocorridos no ano passado.
Entre as consequências da alta nas vendas e queda no número de lançamentos há a diminuição da oferta de imóveis na cidade de São Paulo. Em relação às expectativas da entidade, o Secovi-SP prevê que haverá um crescimento da ordem de 10% nas vendas em unidades e redução de 5% no total de lançamentos.
Para o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, o mercado imobiliário tem muito a crescer, mas por meio de uma expansão sustentada.
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Lei - 09/05/2012
Venda de um imóvel para compra de outro pode ficar isenta por 365 dias
O contribuinte que vendeu imóvel residencial e adquirir outro com o dinheiro da transação poderá ter prazo de até 365 dias para se beneficiar da isenção do Imposto de Renda sobre lucro imobiliário (ganho de capital). Projeto de lei do Senado (PLS 21/2009) com esse objetivo foi aprovado terminativamente nesta terça-feira (8) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Em relatório favorável à proposta – apresentada em 2009, pelo então senador Papaléo Paes (PSDB-AP) –, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) disse que a mudança ajustará a lei atual à realidade do mercado. O relator argumentou que o alto valor de transações desse tipo e o rigor exigido na documentação dificultam a conclusão das operações no prazo atual de 180 dias.
De acordo com Suplicy, a perda na arrecadação fiscal será mínima, “pois não se está concedendo nova hipótese de isenção, mas apenas facilitando a utilização de benefício já existente”.
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BANCO DO BRASIL - 03/05/2012
Crédito imobiliário cresce 107%
ALTAMIRO SILVA JÚNIOR - Agencia Estado
SÃO PAULO - As operações de financiamento imobiliário do Banco do Brasil cresceram 107% em 12 meses e encerraram março em R$ 8,6 bilhões, informou o banco em seu demonstrativo de resultados. Os desembolsos no segmento atingiram R$ 1,333 bilhão no primeiro trimestre, alta de 58% na comparação com os três primeiros meses de 2011.
O volume de negócios com pessoas jurídicas chegou a R$ 357,4 milhões em desembolsos de recursos e de pessoas físicas, a R$ 975,2 milhões. Dentro do programa Minha Casa Minha Vida o BB informa que já foram financiadas 10,8 mil unidades habitacionais com 2,6 mil famílias atendidas.
A carteira de crédito de pessoas físicas do BB fechou março em R$ 133 bilhões, evolução de 14,2% em um ano. Além do financiamento habitacional, outro destaque foi a expansão de 14% no empréstimo consignado, com desconto em folha de pagamento.
FONTE: O ESTADÃO
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MERCADO - 03/05/2012
''É uma bolha. Os preços estão fora do bom senso''
Márcia De Chiara - O Estado de S.Paulo
A professora universitária Tania Maia, de 54 anos, desistiu de aplicar suas economias na compra de um conjunto comercial no Campo Belo, após fazer as contas de quanto o aluguel poderia lhe render.
Em agosto, convencida por um amigo, Tania chegou a fazer a pré-reserva para compra de um sala comercial de 31 metros quadrados no quinto andar do edifício comercial Obelisco Tower, que seria lançado pela imobiliária Fernandez Mera por R$ 7.700 o metro quadrado. "Preenchi as fichas, mas fazendo melhor as contas, vi que era um mau negócio, uma loucura, porque o valor do metro quadrado era muito alto", concluiu a professora Tania.
Pelos cálculos feitos, ela desembolsaria ao todo pela sala comercial R$ 238,7 mil, sem contar a correção de preço. A expectativa era de obter um aluguel de 0,67% do valor do imóvel.
"As minhas aplicações rendem mais, entre 0,8% e 1% ao mês", diz a professora, ponderando que o edifício levaria cerca de três anos para ser construído. E, nessa fase, ela teria apenas desembolsos.
Na opinião da professora, os preços dos imóveis hoje estão num nível irreal. "É uma bolha. Os preços estão totalmente fora do bom senso", avalia.
O amigo que a aconselhou a comprar a sala comercial como investimento foi para fila do estande de vendas às 3 horas da madrugada quando o edifício foi lançado. Todo esse sacrifício para não perder o negócio.
"As pessoas estão hipnotizadas e comprando por impulso", diz a professora, que leciona marketing na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Tania não acredita que esses preços se sustentem nos níveis atuais.
FONTE: O ESTADÃO
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ALUGUEL - 03/05/2012
Proprietários poderão ser proibidos de cobrar em dobro
SÃO PAULO - Os proprietários de imóveis serão proibidos de cobrar mais de 12 prestações de aluguel por ano, de cobrar aluguel em dobro ou de qualquer outro valor que aumente a taxa mensal de locação estabelecida no contrato, com a aprovação do substitutivo do projeto de lei 63/07 que será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, nesta quarta-feira (02).
Pelo projeto apenas será autorizado o índice anual de reajuste negociado entre o inquilino e o dono do imóvel.
Segundo a Agência Senado, o projeto tramita em conjunto com quatro projetos de lei, todos rejeitados pelo relator por questões regimentais, mas que tiveram seu conteúdo parcialmente aproveitado em uma proposta substitutiva.
Fiador
O projeto também determina que o locador informe aos fiadores, por meio de carta registrada com aviso de recebimento, a ocorrência de qualquer violação dos encargos da locação até o décimo dia útil do mês seguinte.
De acordo com Benedito Lira, relator do projeto, a comunicação da inadimplência tem o objetivo de evitar aumento da dívida pela incidência de juros e multas, caso o fiador providencie o pagamento dos débitos em aberto do inquilino, e a inclusão de seu nome no serviço de proteção ao crédito, além da abertura de ação de execução na Justiça.
O locador também não poderá recusar a contratação do seguro-fiança como garantia da locação, se esta for a modalidade escolhida pelo inquilino.
Desocupação
No que diz respeito à desocupação do imóvel, o projeto prevê a diminuição do prazo de seis meses para três meses nas ações por descumprimento do previsto no contrato para o término da locação.
A proposta concede ao locador liminar em ação para desocupação do imóvel, o que obrigará o locatário a sair no prazo de 15 dias, como ocorre nas ações de despejo.
Tramitação
Por haver mudança no texto aprovado na Câmara, o projeto voltará para lá após análise do Plenário do Senado.
FONTE: INFOMONEY
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NA HORA COMPRA - 03/05/2012
Parques e praças são levados em conta
Árvores robustas, fontes d’água e jardins multicoloridos. Se antes esses elementos se restringiam às paisagens bucólicas, hoje, em Goiânia, eles compõem verdadeiros cartões postais e são levados em conta na hora de comprar um imóvel. Diversos parques, bosques e praças têm sido criados e revitalizados em áreas que estão se tornando nobres e costumam concentrar empreendimentos de alto padrão.
Segundo a Agência Municipal de Meio Ambiente (AMMA), Goiânia possui aproximadamente 190 parques e bosques. A arborização desses espaços, além de embelezar, ameniza a temperatura, melhora a umidade, retém partículas em suspensão e proporciona o cenário adequado para se relaxar à base de sombra e água fresca.
Estudos científicos sugerem ainda que morar perto de parques e outras áreas verdes ajuda a melhorar a saúde das pessoas. Utilizar esses espaços para caminhadas e outras atividade ajuda a combater a pressão alta e reduz os efeitos danosos do estresse.
Ciente destes benefícios, as construtoras lançam seus mais luxuosos empreendimentos ao redor de praças e parques e investem na revitalização dos espaços verdes. É o caso da EBM Incorporações que, além de já ter em construção o residencial Varandas da Praça LifeStyle na Praça T-23, no Setor Bueno, prepara mais um lançamento no local. Será um empreendimento do mais alto padrão, com apartamentos de 4 suítes premium.
“Não temos dúvida de que as áreas verdes humanizam as relações sociais na região. Estes espaços adicionam qualidade de vida aos projetos sofisticados da EBM”, ressalta Ricardo Razuk, diretor de Incorporação da empresa.
se esta for a modalidade escolhida pelo inquilino.
Desocupação
No que diz respeito à desocupação do imóvel, o projeto prevê a diminuição do prazo de seis meses para três meses nas ações por descumprimento do previsto no contrato para o término da locação.
A proposta concede ao locador liminar em ação para desocupação do imóvel, o que obrigará o locatário a sair no prazo de 15 dias, como ocorre nas ações de despejo.
Tramitação
Por haver mudança no texto aprovado na Câmara, o projeto voltará para lá após análise do Plenário do Senado.
FONTE: PORTAL VGV
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CONVÊNIO - 03/05/2012
Secovi-MT fecha parceria com o jornal A Gazeta
O Secovi-MT acaba de firmar uma parceria com o Grupo Gazeta de Comunicação visando descontos em anúncios nos classificados no jornal A Gazeta e no endereço eletrônico da veículo (www.gazetadigital.com.br). O acordo beneficia todos os associados ao Sindicato.
O presidente do Secovi-MT, Marco Pessoz, explica que a negociação possibilitou excelentes valores para a classe. “Conseguimos descontos exclusivos nos preços de anúncios em um dos veículos de maior credibilidade e penetração no Estado”, afirma, destacando o empenho pela parceria do diretor comercial do Grupo, José Carlos de Carvalho.
O jornal A Gazeta possui atualmente uma tiragem que varia de 26 a 28 mil exemplares e é o único do Estado que chega a todas as cidades. Os investimentos do Grupo são para consolidar a liderança e levar aos leitores um produto de credibilidade e qualidade. Em 2010, quando o jornal completou 20 anos, R$ 6 milhões foram aplicados na instalação de um dos mais modernos parques gráficos do país, com a rotativa CityLine Express.
do Grupo são para consolidar a liderança e levar aos leitores um produto de credibilidade e qualidade. Em 2010, quando o jornal completou 20 anos, R$ 6 milhões foram aplicados na instalação de um dos mais modernos parques gráficos do país, com a rotativa CityLine Express.
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CRÉDITO - 27/04/2012
Crédito imobiliário: redução de juros pela Caixa não deve se estender a outras instituições
O anúncio da redução de taxas de juros para o crédito imobiliário feito pela Caixa Econômica Federal na última quarta-feira (25) não deve provocar uma onda de competição no sistema financeiro como aconteceu com outras linhas de crédito, o que levaria à queda "geral" das taxas de juros no financiamento imobiliário.
De acordo com a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade), o anúncio feito pela Caixa é “extremamente” importante para os consumidores, por possibilitar uma redução nos custos deste tipo de empréstimo, mas não deve se “espalhar” por outras instituições financeiras.
“Neste segmento de crédito, as taxas de juros já se encontram em patamares baixos com os respectivos spreads (diferença entre taxa de captação pelos bancos e a cobrada dos clientes) igualmente reduzidos”, disse o vice-presidente da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira.
De acordo com a Anefac, sem considerar os financiamentos com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que já utilizam taxas de juros baixas, as taxas de juros no crédito imobiliário estão entre 9% ao ano a 12% ao ano. “Considerando que o custo de captação dos bancos está em 9% ao ano (taxa atual da SELIC) a margem para baixar o patamar das taxas de juros hoje é extremamente estreita”, diz Oliveira.
Recursos da poupança
O executivo também lembra que as instituições financeiras são obrigadas a destinar 65% do que captam na poupança para o financiamento habitacional. “Considerando que hoje a remuneração da poupança é de cerca de 7% ao ano, o patamar dos juros cobrados atualmente pouco espaço possuem para serem reduzidos”, diz. “Naturalmente existem hoje operações no crédito imobiliário com juros que ainda permitem pequenas reduções, entretanto estas operações são exceções”, completa.
Mas, a médio prazo - com a redução da taxa básica de juros - a Anefac acredita que estas taxas de juros atuais possam vir a ser reduzidas por conta da redução dos custos dos bancos. “Nas taxas de juros atuais, as instituições financeiras têm que suportar o custo de captação (SELIC), custos administrativos, cunha fiscal (impostos e compulsórios), risco e seu lucro”, diz Oliveira.
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Mercado imobiliário - 27/04/2012
Patrimônio líquido dos fundos imobiliários aumenta em março
O patrimônio líquido dos fundos de investimentos imobiliários aumentou em março, na comparação com fevereiro. De acordo com dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), no terceiro mês do ano, o patrimônio líquido destes fundos ficou em R$ 11,146 bilhões, alta de 15,56% em relação aos R$ 9,645 bilhões registrados em fevereiro.
Em relação ao PL total da indústria de fundos, a representatividade dos fundos imobiliários também aumentou. Em fevereiro, eles representavam 0,47% dos R$ 2,021 trilhões de patrimônio da indústria. Já no mês passado, esses fundos tiveram 0,47% de participação sobre os R$ 2,078 trilhões aplicados.
O que são e como investir
Os fundos imobiliários podem deter participação em imóveis de diferentes tipos, como prédios residenciais, comerciais, industriais, galpões ou shopping centers.
Entre as vantagens de investir em imóveis por meio dos fundos, está a diversificação do portfólio com um capital menor e a isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos. Para ter esta isenção, o investidor pessoa física deve deter menos de 10% das cotas e o fundo precisa ter, no mínimo, 50 investidores, além de suas cotas serem negociadas em bolsa.
A compra e venda das cotas são feitas por meio da corretora de valores. Por isso, é preciso ter cadastro em uma para conseguir fazer estas transações. Assim como as ações, as cotas dos fundos possuem códigos que devem ser digitados no home broker, para que a operação seja efetuada.
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Construção Civil - 26/04/2012
Custo da construção no país sobe 0,83% em abril, indica FGV
O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,83% em abril ante 0,37% registrado em março. No acumulado do ano, a alta chega a 2,3%. Se considerados os últimos 12 meses, houve elevação de 7,94%.
O segmento relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,58%. No mês anterior, a taxa foi 0,42% e no período de um ano chegou a 4,32%. A maior variação foi encontrada no item materiais e equipamentos, 0,65%. O grupo serviços apresentou variação de 0,32% no mês.
No quesito mão de obra, o índice subiu 1,08% na comparação com fevereiro. O destaque nesse item ficou com as cidades de Salvador (5,82%) e do Rio de Janeiro (4,26%), que reajustaram os salários da categoria em função da data-base. Em Porto Alegre, a taxa ficou em 1,13% devido ao adicional previsto no acordo coletivo.
Na análise das sete capitais pesquisadas, quatro apresentaram aumento do índice de um mês para o outro: Salvador (de 0,92% para 3,26%), Brasília (de 0,31% para 0,57%), Rio de Janeiro (de 0,23% para 2,42%) e São Paulo (de 0,2% para 0,3%). Fizeram o movimento contrário e registraram decréscimo as cidades de Belo Horizonte (de 0,22% para 0,09%), Recife (de 0,2% para 0,19%) e Porto Alegre (de 0,99% para 0,81%).
Agência Brasil
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Mercado - 25/04/2012
Aluguel residencial e condomínio influenciam alta nos gastos com habitação em abril
As despesas com habitação subiram 0,75% em abril, taxa maior do que a variação de 0,44% apurada em março e, de acordo com dados do IPCA - 15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15), as principais influências para a aceleração vieram dos aluguéis e do condomínio.
Segundo o índice, divulgado nesta terça-feira (24) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os preços dos aluguéis subiram 0,82% em abril deste ano, ante 0,45% registrado no mês anterior. Os gastos com condomínio, por sua vez, mostraram alta de 1,01% no período.
Cidades
Em abril, Goiânia, Porto Alegre e Curitiba foram as capitais que tiveram as maiores taxas de elevação dos preços de aluguel, de 1,55%, 1,04% e 1,03%, respectivamente. Por outro lado, as menores taxas foram vistas em Fortaleza e Belo Horizonte, de 0,22% e 0,27%, na mesma ordem.
Já a maior elevação do condomínio foi vista em Recife, de 3,08%, seguida por Curitiba (2,07%) e Porto Alegre (1,66%).
Outros impactos
A taxa de água e esgoto e mão de obra para pequenos reparos também mostraram variações altas. No primeiro caso, o índice ficou em 1,60% em abril deste ano, com alta de 13,22% em Curitiba.
No caso de mão de obra para pequenos reparos, o avanço foi de 1,31%, com alta de 1,30% em Goiânia, Curitiba, Fortaleza, Belo Horizonte e no Distrito Federal.
Infomoney
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Feirão - 25/04/2012
Caixa promove oitava edição do Feirão da Casa Própria com juros menores
O 8º Feirão Caixa da Casa Própria será lançado hoje pela Caixa com juros menores. Realizado nas regiões metropolitanas e nas maiores cidades do interior do país, o Feirão oferece duas modalidades de crédito, com uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).
O crédito FGTS pode ser usado por famílias com renda bruta mensal até R$ 5,4 mil na compra de imóveis novos ou usados, com valores entre R$ 80 mil e R$ 170 mil, de acordo com a expansão demográfica do local escolhido. Os financiamentos podem ser em prazos de 120 meses a 360 meses, com juros que variam de 5,12% a 8,47% ao ano. Quanto mais baixa a renda familiar, menor a taxa, e o comprador com mais de três anos de vínculo empregatício ganha abatimento de mais 0,5% na taxa.
Quem opta pela carta de crédito SBPE normalmente tem renda familiar mais alta e financia imóveis com avaliação até R$ 500 mil. Nesses casos, a operação pode ser vinculada ao Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e a cobertura máxima do financiamento é R$ 450 mil para prazos de 180 meses a 360 meses de amortização, a taxas prefixadas ou pós-fixadas, que variam de 8,9% a 12%.
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MCMV - 24/04/2012
Participante do Minha Casa, Minha Vida poderá financiar móveis pela CEF
A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira (23) uma nova linha de financiamento, exclusivamente para a compra de móveis e eletrodomésticos da linha branca, destinado aos participantes do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
Para a nova linha Cred Móveis Caixa, serão disponibilizados R$ 2 bilhões, e as operações poderão ser contratadas a partir do dia 4 de maio. "Esta iniciativa possibilitará que milhares de famílias do PMCMV possam ter uma excelente alternativa de financiamento para mobiliar sua casa, pagando prestações com juros baixos e que realmente caibam no orçamento familiar", afirmou o presidente da Caixa, Jorge Hereda.
Prazos e taxas
Segundo a instituição, o programa irá oferecer prazos e taxas de juros em condições especiais. O prazo máximo chega a 48 meses e as taxas variam de 1% a 2%, de acordo com a renda familiar dos interessados.
Quem tem renda bruta de até R$ 1.600 poderá se beneficiar de taxa de juros de 1% ao mês. Para os que ganham de R$ 1.600,01 a R$ 3.100, a taxa ao mês é de 1,50%. Já para os que recebem de R$ 3.100,01 a R$ 5 mil, a taxa é a de 2% ao mês.
A nova linha de crédito poderá também promover um aumento da demanda de financiamentos para o setor. "Os diferenciais oferecidos pela Caixa possibilitarão que várias famílias possam complementar a realização do sonho da casa própria, com o conforto de poder adquirir móveis novos para o seu lar", afirmou o presidente da Abimóvel, José Luiz Diaz Fernandez.
Economia
Segundo a Caixa, os interessados podem economizar bastante. Citando um exemplo de financiamento pelo Cred Móveis Caixa, a economia foi de R$ 2.400.
A simulação foi a seguinte: em um financiamento de R$ 4 mil, em 48 prestações fixas, com taxa de 1% a.m., o cliente irá pagar na Caixa cerca de R$ 100 de prestação, totalizando R$ 4.800.
Comparativamente, caso o cliente contratasse o mesmo financiamento, nas condições médias disponíveis no mercado, com taxa de juros de 6% a.m. e prazo de 24 meses, teria de pagar uma prestação de cerca de R$ 300, chegando ao valor final de R$ 7.200.
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SECOVI -MT - 24/04/2012
Confira a tabela de honorários para avaliação mercadológica
Em Maio de 2011 o Conselho Regional de Corretores de Imóveis - CRECI e o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais, Comerciais e Condomínios de Cuiabá e Várzea Grande - SECOVI-MT, homologaram a nova tabela de honorários referente a Avaliação Mercadológica e Opinião de Valores de Mercado. Para verificar a publicaação completa é só acessar o link: http://secovimt.com.br/downloads/20111110155217i15z6wm2fl.pdf. Confira a tabela atualizada abaixo:
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Financiamento - 24/04/2012
Caixa reduz em até 21% taxa de juros para financiamento habitacional
A Caixa Econômica Federal anunciou há pouco a redução em até 21% da taxa de juros efetiva cobrada em empréstimos feitos por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).Segundo uma simulação feita pelo banco, para os imóveis que custam até R$ 500 mil, os juros passam de 10% ao ano para 9% ao ano. Caso o mutuário seja cliente com conta-salário na Caixa, a taxa cairá para 7,9% ao ano.
Financiamentos fora do SFH também terão redução das taxas, de 11% para 10% ao ano. Neste caso, para clientes com conta-salário na Caixa, os juros ficarão em 9%.Em simulação da Caixa, se contratar um financiamento de imóvel no valor de R$ 600 mil, o cliente economizará mais de R$ 54 mil durante 20 anos, dos quais R$ 5,6 mil logo no primeiro ano. As novas taxas foram anunciadas no lançamento do 8º Feirão da Casa Própria, marcado para o período de 4 de maio a 10 de junho, em 13 cidades (11 capitais).
Agência Brasil
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